quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Eu sou o tempo

O passado, que se foi, ainda sou
O presente, que é agora, não é mais e ainda assim, é
O futuro, que pretendo, já foi ontem, é hoje e amanhã, um dia não será
Temporalidade
O tempo não passa
O tempo não existe
O tempo sou eu, somos nós, em nós desfeitos, em nossos defeitos
Um menino, um homem, um cadáver, EU
Quando?
Esta não é a pergunta mais importante,
talvez não haja uma pergunta importante,
ou, na verdade, o que não há é resposta
Então, por que continuar?
Bem, esta é uma boa pergunta...

Nenhum comentário: