segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Quantos?

Quantos adeuses nossas mãos podem dar? Quantos partem, a cada dia, para não mais voltar? Quantas vezes meus olhos se encherão de lágrimas? Quantas vezes dormiremos sem perdoar nossas mágoas? Quanta violência podemos suportar? Quantas vezes veremos um sonho abortar? Não sei. Melhor não saber. Melhor não pensar. Será mesmo?

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